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terça-feira, 14 de agosto de 2018

As rivalidades futebolísticas de Montevidéu


Peñarol e Nacional são as equipes mais tradicionais do futebol uruguaio, a partida entre eles é conhecida como Superclássico Uruguaio. O primeiro encontro entre eles aconteceu em 1900, e desde então, sempre que se encontram fazem todo país ficar com as antenas ligadas para acompanhar a peleja. Juntos tem 98 campeonatos nacionais, 8 Libertadores e 6 Copas Intercontinentais. 

Mas nem só desses dois gigantes vive o futebol no Uruguai. Por isso, vamos nomear aqui algumas outras rivalidades dos nossos vizinhos. 



El Clássico de los Medianos


Danúbio e Defensor Sporting buscam ser o "terceiro grande" do futebol uruguaio. Também conhecido como "Clássico do Meio" por disputar sua importância com o enfrentamento entre Cerro e Rampla Juniors. Essa rivalidade ficou mais acirrada a partir da década de 1990. Outro fator que opõem as duas equipes é a localização, enquanto o Defensor Sporting pertence à zona sul de Montevidéu, nos bairros Parque Rodó e Punta Carretas, bairros de classe média alta e alta, a equipe do Danúbio, é de Maroñas , a nordeste da cidade, um bairro humilde. A primeira partida entre as duas equipes aconteceu em 1948, com vitória do Defensor por 2 a 1. Já se enfrentaram em 182 oportunidades, 56 vitórias do Danúbio, 68 vitórias do Defensor e 58 empates. Os dois clubes possuem 4 campeonatos uruguaios cada.


Clássico de la Villa


Cerro e Rampla Juniors, estão localizados no bairro Villa del Cerro. Eles fazem o segundo clássico mais antigo do futebol uruguaio (como dito acima, o mais antigo é Nacional e Peñarol). A primeira partida aconteceu em 1927, com vitória do Rampla Juniors por 2 a 0 sobre o Cerro. Até aqui foram 47 vitórias do Cerro, 42 do Rampla Juniors e 43 empates.


Clássicos del Prado


O bairro de Montevidéu El Prado, divide suas atenções para três equipes que estão localizadas num espaço de 6 quadras (veja mapa no final da postagem) Wanderers, River Plate e Bella Vista. Este último, pela sua insistência em frequentar a segunda divisão (há cinco anos que não joga a primeira divisão), tem feito com que os encontros entre Wanderers e River se torne ainda mais acirrados.


El clássico del Oeste
A rivalidade mais importante da zona oeste de Montevidéu fica por conta de Racing, localizado em Sayago, e Fénix, que tem sua sede em Capurro. Essa rivalidade, cresceu muito nos últimos tempos por conta da grande quantidade de partidas decisivas tem se enfrentado, principalmente, nas divisões de acesso


Clássico do Nordeste


A rivalidade entre Tacuarembó e Cerro Largo nasceu nos campeonatos amadores e ressurgiu em 2008 quando as equipes se encontraram na primeira divisão. No futebol profissional, o El Tacua nunca perdeu uma partida contra o rival tradicional.



Clássico de Cerrito


Cerrito e Rentistas disputam o clássico do bairro Cerrito de la Victoria, que está localizado no centro-norte de Montevidéu, a sudeste do córrego Miguelete. Uma das características mais marcantes é a sua colina de 72m de altura. Atualmente as duas equipes estão na segunda divisão.


 El Clássico del muro 


Literalmente divididos por um muro, o estádio do Miramar Misiones (Parque Méndez Piana) está localizado no Parque Batlle, e fica ao lado do estádio do Central Español (Palermo Park). Os confrontos que mais marcaram foram nas partidas valendo o acesso. O Central Español, conquistou o título uruguaio em 1984, curiosamente nesse campeonato Miramar Misiones caiu para a segunda divisão.




Bella Vista (A), River Plate (B) e Wanderers (C)
(fonte: http://blogs.diariodepernambuco.com.br)







quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Peñarol e Defensor decidem o Campeonato Uruguaio 2017



Hoje (6), começa a decisão do Campeonato Uruguaio! O jogo acontecerá no Estadio Centenario em Montevidéu.


Peñarol encerrou o Clausura com o título da competição e uma campanha invejável. Em 15 rodadas, a equipe venceu 14 jogos e perdeu apenas um. Marcou 85 gols e sofreu 26, com saldo positivo de 59 tentos.  time Carbonero deve ir a campo com: Kevin Dawson; Mathías Corujo, Fabricio Formiliano, Ramón Arias, Lucas Hernández; Diego Rossi, Walter Gargano, Cristian Rodríguez, Fabián Estoyanoff; Maximiliano Rodríguez e Lucas Viatri.

Já o Defensor Sporting, campeão do Apertura, marcou 67 gols e sofreu 37, com saldo positivo de 30 tentos. Los Violetas jogarão com Guillermo Reyes; Maulella, Correa, Lamas; Mathías Suárez, Rabuñal, Benevídez, Cougo, Facundo Castro; Pablo López,  e Gonzalo Carneiro (Cecilio Waterman).

As duas equipes tem 86 pontos na tabela geral (Apertura+Intermedio+Clausura), se uma mesma equipe vencer o jogo desta quarta e o jogo da volta será campeão, pois terá mais pontos na competição e por garantir vaga pela semifinal. Caso contrário, serão disputadas mais duas partidas, na quarta-feira, 13 e domingo 17. O regulamento prevê em uma nova igualdade, prorrogação e pênaltis.

No último confronto entre as duas equipes, o time aurinegro venceu por 3 a 1. Na partida, a equipe violeta teve dois jogadores expulsos. 

Os dois finalistas, Peñarol e Defensor, serão os representantes do Uruguai na Fase de Grupos da Libertadores 2018. Os outro representantes serão Montevideu Wanderers (1ª Fase Preliminar) e Nacional (2ª Fase). Para a Copa Sulamericana, se classificaram Cerro, Boston River, Rampla Juniors e Danúbio. 








sexta-feira, 14 de julho de 2017

Decisão no Uruguai: a final do Torneo Intermedio



Torneo Intermedio será decidido domingo, 16 de julho, no Estádio Centenário, entre as equipes do Defensor Sporting e do Nacional

O torneio que teve dois grupos de oito equipes, diputado em turno único tem agora sua final com um jogo entre os líderes. O campeão vai se qualificar para a Copa Sul-Americana de 2018 e também a Supercopa Uruguaia (campeão uruguaio) em janeiro.

O torneio foi equilibrado, sendo decidido somente na última rodada. 

O Defensor deve ir a campo com: Guillermo Reyes; De Los Santos, Gonzalo Maulella; Andrés Lamas, Matías Zunino, Rabuñal, Carlos Benavidez, Mathias Suarez, Matias Cabrera, Gonzalo Carneiro e Gonzalo Bueno.

Já o Nacional vai de:  Esteban Conde, Jorge Fucile, Rafael García, Diego Polenta, Alfonso Espino, Alvaro González, Diego Arismendi, Felipe Carballo, Tabaré Viudez, Sebastián Fernández e Hugo Silveira.

Foram vendidas 18.000 entradas antecipadamente.




fonte: http://www.tenfield.com.uy

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Tribuna da Tolerância: torcedores do Wanderers e do River unidos contra a violência

Os rivais Montevideo Wanderers e River Plate adotaram a torcida mista no jogo de ontem no Estádio Parque Alfredo Víctor Viera.


Cada pessoa que entrou recebeu um panfleto de boas-vindas à tribuna e com normas de convivência.


"Este arquibancada é projetado para viver e desfrutar de uma grande festa do futebol, seja com amigos, família, vizinhos, independentemente do clube para que nossos corações batem", diz o texto.

"Damos-lhe a oportunidade de viver o futebol como fizeram nossos pais e avós. Prove que você pode desfrutar de nossa paixão em harmonia com os outros. Sabemos que estamos vivendo difícil para dias de futebol, mas não podemos deixar que a violência remova a nossa paixão e prazer por este esporte maravilhoso ", acrescenta.

O jogo válido pelo Torneo Intermedio terminou empatado em 2 a 2.





ADHOC © JAVIER CALVELO

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Nacional é Campeão Uruguaio de 2016


O Nacional venceu por 1 a 0 o Boston River e conquistou o Torneio Especial do Campeonato Uruguaio de futebol. É o seu 46º título!

Hinchada tricolor comparece no Gran Parque Central pela 15ª rodada


O Peñarol, campeão do Campeonato 2015-2016, e que na última rodada perdeu em casa por 2 a 0 para o Defensor Sporting, fez sua pior temporada em 22 anos, ao terminar em antepenúltimo na tabela, com 15 pontos em 45 possíveis.
O primeiro e maior

o Torneio Especial do Campeonato Uruguaio aconteceu em turno único por causa da transição do calendário do futebol no país. 

A competição era dividida em Apertura, realizada no segundo semestre de um ano, e Clausura, no primeiro semestre do ano seguinte. Depois, os campeões de cada torneio mais o time que mais somou pontos nos dois turnos disputavam o título. 

Em 2017, o Campeonato Uruguaio vai ser realizado de fevereiro a novembro, se adequando ao novo calendário da Conmebol.



segunda-feira, 25 de julho de 2016

Defensor: 40 anos do título que simboliza resistência à ditadura no Uruguai



Crédito da imagem: El Diario (Montevideo/Uruguay)

Por Alexandre Vizzotto 

Hoje, 25 de julho, completam-se 40 anos da conquista histórica do campeonato uruguaio de 1976 pelo Defensor S.C. (na época, Club Atlético Defensor). Não foi apenas um título de um clube considerado pequeno até aquele momento, diante dos consagrados e privilegiados Nacional e Peñarol (que haviam monopolizado as conquistas desde 1932, ano da efetivação do profissionalismo em terras uruguaias). A estreita relação entre futebol e política entra em campo nessa façanha protagonizada pelo Defensor. O caminho percorrido pelo clube até a consagração mostra como o futebol pode representar/ simbolizar formas de resistência aos regimes políticos autoritários, demarcando no território uma corajosa oposição a ditadura civil-militar instalada no Uruguai em 1973.
A origem do clube está diretamente ligada ao movimento operário do início do século XX e ao bairro de Punta Carretas (Montevidéu). Um dos poucos empreendimentos industriais daquela área era a fábrica de vidros. A extensa jornada de trabalho, acompanhada do calor dos fornos, não impediu o surgimento da amizade entre os trabalhadores. Sem dúvida, a principal diversão daqueles operários era o futebol. Os campos ao redor da fábrica era um convite à prática do esporte. Sobre a origem do nome do clube, fundado em 1913, é muito interessante a versão explicada pela tradição oral. O nome pode ter surgido em referência a um conflito (greve) que os operários da fábrica mantiveram um pouco antes da fundação do clube. Inicialmente decidiram que a equipe iria se chamar “Defensores de la Huelga” (Defensores da Greve) e, meses depois, reduziram para Defensor. Nas décadas de 1940, 1950 e 1960, o clube consegue ter um time competitivo, conquista alguns torneios, termina vários campeonatos nacionais em uma boa colocação, mas um título contra as forças hegemônicas parecia algo muito distante.

A Ditadura Uruguaia

Dia 27 de junho de 1973 é o marco inicial da ditadura civil-militar no Uruguai (1973-1985). Com a tradicional justificativa, utilizada em todas as nações latino-americanas que passaram pela experiência traumática de golpes militares, de que se fazia necessária uma intervenção militar para barrar o avanço do comunismo (da esquerda de um modo geral) e prometendo resolver a crise econômica que crescia desde a década de 1960, o até então presidente da república Juan María Bordaberry, do Partido Colorado (Conservador), declara em cadeia nacional (rádio e tv) o fechamento do Senado e da Câmara dos Deputados, criando um Conselho de Estado, com forte presença das Forças Armadas, para substituir as funções legislativas. A perseguição aos partidos políticos de esquerda, principalmente o Partido Comunista, se transforma em proibição (destituição) de todos os partidos políticos, ato sacramentado pelo regime em 1976. Sindicatos, federações, movimentos sociais, artistas questionadores da ordem, todos serão perseguidos e criminalizados (considerados inimigos internos). A proibição de manifestações populares, a censura e a repressão cotidiana não causou surpresa naqueles que já acompanhavam os rumos da política internacional ainda sobre o impacto da guerra fria e do imperialismo. Depois do golpe, houve uma escalada brutal do terrorismo de Estado, utilizando meios consagrados dos regimes ditatoriais (tortura, sequestros, desaparecimentos, assassinatos, repressão aos estudantes e trabalhadores).

A Resistência do Defensor

No caso específico do futebol, a ditadura vai perseguir e intimidar atletas e pessoas ligadas ao esporte que tem algum vínculo com a oposição ao governo. Um exemplo clássico é o do técnico do Defensor, José Ricardo De Léon, assumidamente comunista, diante do sombrio ambiente que se instalou no Uruguai após o golpe, ele decide sair do país para evitar problemas que afetariam, inclusive, sua família. De Léon vai para o México trabalhar no Deportivo Español. No primeiro semestre de 1975 se consagra campeão por outro clube mexicano (Toluca) e parte para a argentina, sendo contratado pelo Rosário Central. Mas, no primeiro semestre de 1976, De Léon decide arriscar, e aceita uma proposta para voltar ao Defensor. Consagra-se campeão com um estilo de jogo já praticado na sua primeira passagem pelo clube (1972/73), mas agora aperfeiçoado, um futebol moderno com a famosa marcação sob pressão no campo do adversário. Após a conquista histórica do dia 25 de julho, De Léon resolve partir e seu destino novamente é o México. Ele escreve uma carta ao presidente do clube, Júlio César Franzini, dizendo que esse já conhecia as razões de sua viagem. O jornal El País reproduziu está carta no mesmo ano de 1976. Muitos haviam notado que De Léon perdeu a esperança de que a ditadura não interferisse no futebol. Isso se deve ao fato de que havia rumores de um possível convite para ele dirigir a seleção uruguaia. Convite que nunca foi efetivado devido a sua posição política de esquerda. Vale destacar que a Associação Uruguaia de Futebol estava nas mãos de um sujeito ligado a ditadura, o engenheiro Hector Del Campo. O temor de que sua presença no Uruguai acarreta-se em perseguição aos seus familiares também volta a rondar a cabeça de De Léon, e isso também é determinante em sua decisão de sair do país.
Também ocorreu perseguição a dirigentes contrários a ditadura. Um exemplo é o do vice-presidente do Defensor na gestão que culminou no título de 1976, Eduardo Arsuaga. No ano seguinte, 1977, ele foi impedido de concorrer nas eleições do clube. O motivo foi seu vínculo com a Frente Ampla e os Tupamaros (guerrilha). Lembrando que as eleições nos clubes de futebol eram controladas pela polícia, que determinava o envio da lista de candidatos para ser aprovada.
As coisas mudam de tom quando analisamos a relação da ditadura com os jogadores de futebol. Em casos pontuais houve intimidação e perseguição, mas nada comparável ao que sofreram outros setores da sociedade. Parecia que os jogadores eram intocáveis, talvez devido a popularidade do futebol no Uruguai e o “pensamento” estreito / limitado da ditadura que encarava esse esporte como mero entretenimento. Essa condição de “intocáveis” pode ter salvado a vida do meio-campista Pedro Graffigna, campeão com o Defensor em 1976. Simpatizante do comunismo, Graffigna sofreu pequenas retaliações da ditadura por conta de seu posicionamento político. Várias vezes ele escutou rumores de que a polícia ou o exército estavam planejando sua prisão. Ele se sentia controlado, mas o encarceramento nunca aconteceu. Em 1974, encontraram papéis da central operária (CNT) em sua casa, mas por ser jogador de futebol, com algumas horas de depoimento as coisas estavam resolvidas. Quando integrou a seleção uruguaia em 1976, teve seu passaporte retido para uma série de amistosos no exterior. Para os jogos do Defensor pela Libertadores de 1977 aconteceu a mesma coisa, ele foi impedido de viajar para a argentina (para os jogos contra Boca Juniors e River Plate).
Outro exemplo de retaliação aconteceu após uma entrevista concedida pelo jovem atacante do Defensor, Julio Filippini, depois do empate diante do Nacional, única partida que ele jogou no campeonato de 1976, onde se destacou por ter convertido um gol e ter sofrido o pênalti que determinou o resultado final em 2-2. A entrevista foi para o jornalista Víctor Hugo Morales, na época trabalhando para a Rádio Oriental. No final da entrevista o repórter pergunta a quem Filippini dedicava àquela atuação e ele responde “A mi hermano y a los compañeros del Penal de Libertad“. Dedicou ao irmão, preso político, e seus companheiros da penitenciária de Libertad. Seu irmão era militante do Movimento de Libertação Nacional (Tupamaros). Filippini não voltou a jogar profissionalmente após esse episódio.
A partida que sacramentou o título do Defensor (2-1 diante do Club Atlético Rentistas, na última rodada do campeonato, gols de Santelli e Cubilla) terminou de maneira emblemática. Os jogadores do clube após o apito final deram a volta olímpica ao contrário (pela esquerda). Ato que simbolizou resistência ao autoritarismo vigente naquela sociedade. O jogador que vinha pensando, alguns dias antes, em como comemorar aquele possível título histórico foi o lateral Beethoven Javier. Ele seguiu uma sugestão do técnico De Léon, que havia conversado em particular sobre a importância do ato. Javier teve duas ideias sobre a volta olímpica. A primeira seria fazê-la com camisetas pretas, para representar os anos sombrios que se vivia em plena ditadura, mas era alto o risco de ter outras interpretações. A segunda ideia foi a volta olímpica pela esquerda, mas ele não decidiu nada até o início da partida. Segundo Javier, a proposta inicial era buscar o técnico De Léon para dar a volta com todo o elenco. Mas ele havia ido ao vestiário antes do final do jogo. No último lance da partida houve um escanteio para o Defensor no gol da praia Ramírez (Estádio Luis Franzini). A bola veio na direção de Javier e, ao dominá-la, ouviu o apito do árbitro. Daí ele disse à dois jogadores que estavam próximos para dar a volta olímpica ao contrário, e todos os outros atletas acompanharam. E se tornou um ato histórico e de representação legítima da resistência de pessoas ligadas ao futebol uruguaio diante da violência institucional da nefasta ditadura, instalada naquele pequeno país do nosso continente em 1973.



terça-feira, 10 de maio de 2016

Campeonato Uruguaio 2015-2016


Olá Futebolistas e Futeboleirxs!


O Campeonato Uruguaio 2015-2016 está na sua reta final! São 16 equipes no velho sistema de Torneo Apertura (ida) e Torneo Clausura (volta). Sendo que os campeões dos turnos se enfrentam numa semi-final para enfrentar - caso necessário - o ganhador da tabela anual.


O time do Peñarol conquistou o Apertura com 31 pontos em quinze jogos disputados. A segunda colocação ficou com o Nacional que obteve um ponto a menos que o time auri-negro.

Faltando apenas uma rodada para o encerramento do Clausura, o Plaza Colonia (24 pontos) corre atrás do Peñarol com 25 pontos, seguido de perto pelo Nacional, que segue vivo com 23 pontos conquistados. 

Os três clubes com menor pontuação no campeonato atual e no anterior disputam a Segunda División na próxima temporada.

Na história da competição, 111 campeonatos, o Nacional é o maior vencedor com 45 conquistas, já o Peñarol 42 (para alguns o time tem 47). Os 19 títulos restantes foram ganhos pelo Danubio (4), Defensor Sporting (4), River Plate FC(4), Montevideo Wanderers (3), Rampla Juniors (1), Bella Vista (1), Central Español (1) e Progreso (1).