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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Os times colombianos na Libertadores 2018





Atlético Nacional

Campeão da Libertadores em 1989 e 2016. Mesmo perdendo muitos jogadores que jogaram a final de 2016 (só quatro seguem), não deve ser desprezado. Comandado pelo atual técnico vice-campeão da Libertadores, contratou oito jogadores e tem chances de surpreender argentinos e brasileiros.
O atacante Andrés Rentería (24 anos) parece engrenar só agora. Fez três gols em 15 jogos do Colombiano em 2017 e, em 2018, já anotou os mesmos três, mas em sete partidas. O bom início de ano o credencia a ser referência na equipe.
Vice-campeão pelo Lanús em 2017, Jorge Almirón (46 anos) chegou depois de uma negociação frustrada com o Las Palmas. Elevou o time argentino a outro patamar na Argentina com um futebol compacto. Com ele, foram o zagueiro Braghieri e o goleiro Monetti, ambos do Lanús.

Santa Fe

Chega à fase de grupos após passar, sem sustos, por Táchira e Santiago Wanderers. Com nove títulos colombianos, duas Copas da Colômbia e uma Sul-Americana, é um dos gigantes do país. Vice do Clausura em 2017, começou o Apertura na parte de baixo da tabela.
O zagueiro William Tesillo (28 anos) foi o líder da defesa que sofreu apenas 15 gols em 23 jogos, na campanha de vice-líder do Clausura em 2017. Com ótimo jogo aéreo, capacidade de antecipação e qualidade para sair jogando, é presença frequente na seleção colombiana.
O experiente técnico uruguaio Gregorio Pérez (70 anos) está no Santa Fe desde junho do ano passado. Iniciou sua trajetória como treinador de futebol há 37 anos. No currículo, ostenta cinco títulos nacionais. Quatro com o Peñarol e um com o Libertad.

Junior Barranquilla

Deixou ótima impressão na última Sul-Americana e levou o Clausura colombiano. A grande contratação foi o uruguaio Álvez, que se destacou na última Libertadores pelo Barcelona-EQU. 
Teo Gutiérrez (32 anos) é disparado o jogador mais conhecido, com mais de 50 convocações para a seleção colombiana. O atacante teve excelente passagem pelo River Plate e, por isso, conhece bem o Boca. Passou também pelo Sporting e pelo Rosario Central antes de voltar.
Alexis Mendoza (58 anos) foi zagueiro do próprio Junior nos anos 80 e 90, com mais de 400 jogos pelo clube. Como técnico, também tem no próprio Junior seus principais trabalhos (de 2015 pra cá, com breve e discreta passagem pelo Del Valle, do Equador).

Millonarios

Treinado pelo experiente Miguel Ángel Russo, técnico argentino campeão da Libertadores pelo Boca em 2007, Los Azules investiram alto no reforço do elenco. Os destaques são o atacante paraguaio Roberto Ovelar, o goleiro Wuilker Fariñez e Santiago Montoya (ex-Vasco).
O meia Santiago Montoya (26 anos) não teve o destaque que o Vasco esperava quando o contratou, em 2013. Mas o retorno à Colômbia para defender o Tolima deu novo rumo à sua carreira. Ele acabou na seleção colombiana e virou uma aposta forte do Millonarios.
Miguel Ángel Russo (61 anos), comandante do Boca Juniors na conquista da Libertadores de 2007, é o técnico do Millonarios. Está no clube desde dezembro de 2016 e já conquistou dois títulos: o Torneo Finalización e a Superliga.

fonte: Guia GE - Daniel Mundim, Davi Barros, Juliano Costa, Marcos Felipe.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Os times argentinos na Libertadores 2018




 Atletico Tucuman

Depois de debutar na Libertadores ano passado, o Atlético Tucumán, primeiro time do norte da Argentina a disputar o torneio, chega para segunda participação como atual vice-campeão da Copa Argentina.
O veterano Luis Rodriguez (33 anos) é o principal jogador da equipe. O argentino é o segundo maior artilheiro da história do clube com 120 gols. Tirando um empréstimo em 2011 para o Newell´s Old Boys, fez toda sua carreira no Tucumán.
Ex-jogador de clubes pequenos da Argentina, Ricardo Zielinski (58 anos) comanda o Tucumán desde junho de 2017. Seu principal feito foi conseguir promover o Belgrano, clube no qual trabalho por seis anos, para primeira divisão em 2011 em um playoff diante do River Plate.


River Plate

Um dos gigantes do continente, é forte candidato. A chegada de Lucas Pratto torna o ataque ainda mais mortal (que contou com Scocco como vice-artilheiro em 2017). A fase no Campeonato Argentino, porém, não é das melhores. O Monumental de Núñez é uma das armas do River. O estádio é conhecido por ser um caldeirão, onde dificilmente os donos da casa são batidos.
Principal referência ofensiva do River Plate, Ignacio Scocco (32 anos) "cheira a gol". Foi o vice-artilheiro da Libertadores em 2017, com oito gols - cinco em uma só partida. Ganhou a companhia de Lucas Pratto, ex-São Paulo, e segue como titular absoluto. No gol está Franco Armani, campeão da Libertadores pelo Atlético Nacional.
O currículo do técnico Marcelo Gallardo (42 anos) fala por si só: multicampeão como jogador pelo River, já tem história também como treinador, principalmente na conquista da Libertadores 2015. Tem a missão de dar a volta por cima numa temporada irregular da equipe.


Racing

O tradicional clube de Avellaneda, primeiro argentino campeão da Libertadores, em 1967, tenta reconquistar o protagonismo no futebol sul-americano. Olho em Lautaro Martínez, jovem que é assediado por vários clubes europeus e é cogitado para ir à Copa.
Uma das grandes promessas do futebol argentino, o atacante Lautaro Martínez (20 anos) é observado de perto por Jorge Sampaoli e tratado como joia. Tem por característica partir para cima da marcação, e já despertou interesse de grandes clubes europeus. Recentemente, contratou Donatti, zagueiro ex-Fla, e Centurión, atacante ex-São Paulo. 
Ex-volante do River Plate, onde conquistou cinco argentinos nos anos 2000, Eduardo Coudet (43 anos) iniciou a carreira de treinador há três anos, no Rosario Central. Treinou o Tijuana, do México, em 2017, e foi contratado pelo Racing nesta temporada.


Estudiantes

De campanha decepcionante na última edição, manteve sua base “cascuda”. Destaque para o goleiro Andújar, o volante Braña e o capitão Desábato: todos experientes e jogando em bom nível. O técnico Lucas Bernardi é mais uma das jovens promessas de treinadores argentinos.
Uma de suas maiores referências veste luvas. O goleiro Mariano Andújar (34 anos) tem 1,94m está em sua segunda passagem pelo clube e defendeu a Argentina nas duas últimas Copas. Foi campeão da Libertadores de 2009 pelo Estudiantes.
Lucas Bernardi (40 anos), jovem argentino, vai para o maior desafio na carreira: comandar o Estudiantes em uma Libertadores. Começou como treinador em 2015, no Newell’s Old Boys. Também treinou o Arsenal de Sarandí e depois comandou o Godoy Cruz no ano passado.


Independiente

O maior campeão (7 títulos) volta no papel de protagonista. A conquista da Sul-Americana dá confiança ao técnico Ariel Holan. Apesar de ter perdido Barco e Tagliafico, o Rojo respondeu com reforços e manteve a base campeã da Sul-Americana. O clube passa por uma crise que envolve denúncias contra o presidente.
Emmanuel Gigliotti (30 anos), ex-Boca, é um dos principais remanescentes do time campeão da Sul-Americana. Os flamenguistas lembram bem dele: foi o autor do primeiro gol no jogo de ida da final, vencido por 2 a 1. Tem seis gols em 14 jogos na temporada 2017/2018.
Uma reviravolta manteve Ariel Holán (57 anos). Depois da Sul-Americana, ele anunciou sua saída – alegando ameaças de torcedores. Mas mudou de ideia. Foi auxiliar por mais de uma década antes de virar treinador em 2015, no Defensa y Justicia.


Boca Juniors

Lidera o Campeonato Argentino, ainda que sem apresentar um futebol vistoso. As principais peças são estrangeiros: o uruguaio Nández e o colombiano Barrios. Outro destaque da equipe também é colombiano: Cardona, habilidoso meia que se destacou no Atlético Nacional.
O maior nome da Libertadores está no Boca. Carlitos Tevez (34 anos) voltou a vestir a camisa xeneize em 28 de janeiro. É a terceira passagem por La Bombonera. Ganhou a Libertadores e o Mundial em 2003 e a Sul-Americana em 2004 pelo Boca.
O Boca é treinado por um de seus grandes ídolos, Guillermo Barros Schelotto (44 anos) tetracampeão da Libertadores pelo clube como jogador. Ele treina a equipe desde 2016 e tem um título argentino. Também foi campeão da Sul-Americana pelo Lanús em 2013.



fonte: Guia GE - Daniel Mundim Davi Barros Juliano Costa Marcos Felipe.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Libertadores de 87 - uma final eletrizante



O time do América de Cali, vice da Libertadores em 1985, 1986 e 1987, também amargou em 1996 mais um vice campeonato. 

Os torcedores do América da cidade colombiana de Cali celebravam nas tribunas do Estádio Nacional de Santiago, no Chile, o que parecia o final de um período de azar. O empate sem gols ante o Peñarol na partida de desempate da final, em 31 de outubro de 1987, lhes dava enfim a Copa Libertadores que se havia escapado nas últimas edições: em 1985 contra o Argentino Juniors, em 1986 contra o River Plate, ambos clubes da Argentina. A esquadra roja havia ganho 2 a 0 en Cali e perdido por 2 a 1 em Montevidéu, e segundo o regulamento vigente, se o jogo decisivo terminasse empatado depois de 90 minutos mais os 30 de prorrogação, se declarava campeão aquela equipe que obtivera melhor diferença de gols. 

Os fanáticos torcedores haviam viajado para a capital chilena crentes que ganhariam na sua terceira tentativa. A poucos segundos de se esgotarem os 120 minutos los hinchas iniciaram a tradicional contagem regressiva que começava no "dez" e terminaria no "zero", pondo fim ao seu martírio.

Mas, quando os cânticos estavam no "cinco", um chute lançado cruzou o campo e caiu nos pés do atacante aurinegro Diego Aguirre, que passou por três e emendou uma bomba que quase furou a rede, surpreendendo Julio Falcioni. O Peñarol conquistava sua quinta copa!



Diego Aguirre marca no último minuto da prorrogação.


"No ano seguinte mudaram o regulamento", se queixou tempos depois Falconi com amargura. "Se tivessem feito a mudança antes teríamos sido campeões sem a necessidade de uma terceira partida", lamentou com razão. Na verdade, em 1988, o Nacional do Uruguai se impôs ante ao Newell´s Old Boys da Argentina depois de perder por 1 a 0 em Rosário, vencendo por 3 a 0 em Montevidéu.

Se esta derrota foi dolorosa para os protagonistas, também foi muito sofrida para os torcedores que haviam ficado em Cali. Cumprido o minuto 119 e com o América a centímetros da glória, um descomunal apagão na rede elétrica deixou todos os lugares da cidade sem televisão. A ansiedade por saber o que ocorria no Chile durou apenas um minuto. Mas, quando a energia voltou, milhares de fanáticos dos diablos rojos ficaram atônitos: não entenderam o porquê da comemoração dos futebolistas de camiseta amarela e negra que estavam dando a volta olímpica. Uma insolente legenda dizia "Peñarol Campeão!" junto as inverossímeis explicações do ocorrido apareciam aos petrificados torcedores frente a uma nova frustração. A Copa tinha evaporado em uma abrir e fechar de olhos... literalmente! 


Confira o gol de Diego Aguirre:






Texto adaptado de "Histórias Insólitas de la Copa Libertadores", de Luciano Wernicke, Editora Planeta, 2015.




segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Corra, Wright! Corra!


A vitória parcial do clube paraguaio Olímpia, 1 a 0 como visitante do Clube Desportivo Jorge Wilstermann da Bolívia, incendiou os torcedores que lotavam o Estádio Félix Capriles da cidade de Cochabamba naquela noite de 29 de março de 1979. O gol de Hugo Talavera, aos 15 minutos, praticamente eliminava a equipe “aviador”, embora só se haviam disputado duas rodadas, porque nesse tempo classificava apenas uma equipe por grupo para às semifinais. Precisando de um empate e superados tecnicamente por seu rival, os bolivianos começaram a se exceder no uso da força. 

O jogo se tornou muito violento e o espetáculo se assemelhava mais a um combate de boxe do que uma partida de futebol. Aos 11 minutos da segunda etapa, com o marcador 0-1, os protagonistas travaram uma batalha campal que só pode ser contida pela entrada das forças policiais em campo. Quando a calma foi recobrada, o árbitro brasileiro José Roberto Wright sacou de seu bolso o cartão vermelho para somente um jogador visitante, o atacante Enrique Atanasio Villalba, e a quatro homens do conjunto local: os defensores Carlos Arias, Miguel Bengolea e Raúl Navarro, e o atacante Juan Sánchez. Segundo a súmula, um dos expulsos do Wilstermann havia dado “uma voadora buscando o corpo de seu rival”. 

A punição desigual de Wright para a peleja “todos contra todos” enfurecia mais os espectadores, porém a hecatombe ocorreu alguns minutos depois quando favorecido pela inferioridade numérica de seu oponente, o Olímpia marcou seu segundo gol, feito por Evaristo Isas. Para evitar uma goleada, o técnico local, Roberto Pavisic, ordenou que um dos seus homens “se lesionara” e deixara a sua equipe com seis integrantes. Como não podia mais fazer substituições, Wright se viu obrigado a apitar o final da partida vinte minutos antes porque o clube boliviano não contava com o número mínimo de sete futebolistas exigido pelo regulamento. 



Time do Olímpia, campeão da Copa Libertadores de 1979.


Só que a história não terminou ali. 

Centenas de torcedores revoltados invadiram o gramado e começaram a correr atrás dos jogadores do Olímpia e, principalmente, do árbitro, para saciar sua sede de vingança pelo que consideravam uma tremenda injustiça. A polícia pouco pode fazer para conter tanta gente. Vários jogadores do Olímpia receberam socos e chutes. Acompanhados por alguns agentes, os paraguaios escaparam da turba e se refugiaram no vestiário. Wright e seus assistentes conseguiram escapar, mas permaneceram várias horas reclusos dentro do seu vestiário, pois o estádio havia sido cercado por centenas de torcedores indignados. Segundo revelou muitos anos depois o meio-campista local Jhonny Villarroel durante uma entrevista, Wright só pode sair do estádio disfarçado de mulher. O brasileiro e seus colaboradores foram levados para a cidade de Oruro, mais de duzentos quilômetros de Cochabamba, porque tinham torcedores esperando o árbitro no aeroporto. 

Como consequência aos graves incidentes, o Estádio Félix Capriles foi suspenso por um bom tempo pela Conmebol, assim como os cinco expulsos. O clube Jorge Wilstermann disputou as partidas que faltavam como local em Santa Cruz de la Sierra e La Paz. Perdeu, igual para quando atuou como visitante. A equipe do Olímpia, no entanto, seguiu adiante: ganhou o grupo, as semifinais e a final, levantou a Copa Libetadores destronando o bicampeão Boca Juniors. Wright, no entanto, protagonizaria outra noite sinistra no torneio continental, dois anos mais tarde.


Texto adaptado de "Histórias Insólitas de la Copa Libertadores", de Luciano Wernicke, Editora Planeta, 2015.



segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Atlético Tucumán conquista vaga para a Libertadores 2018

Atlético Tucumán bateu o Rosario Central pela Copa Argentina e jogará a final contra o River Plate 


O Atlético Tucumán derrotou nos pênaltis o Rosario Central nesta sexta-feira (10) por 3 a 1 e se classificou para a grande final da Copa a Argentina. No tempo regulamentar a partida terminou empatada e nos pênaltis brilhou a estrela do arqueiro Sánchez, em jogo disputado no estádio Antonio Romero da cidade argentina de Formosa. 

Afinal está marcada para o dia 6 de dezembro.

O campeão da Copa Argentina garante vaga na Supercopa, contra o campeão nacional, o Boca Jrs.

O Atlético Tucumán tenta seu primeiro título de expressão. A equipe, de 115 anos de história, tem apenas conquistas nas divisões inferiores da Argentina. A pequena agremiação de San Miguel de Tucumán, cidade do norte do país, tem poucas glórias ao longo de sua história. Por duas vezes ficou com a taça da segunda divisão e em outras duas da terceirona.

Boca Juniors, atual campeão nacional, River Plate, vice, Estudiantes, terceiro colocado e Racing, quarto, já tinham vagas asseguradas na fase de grupos da Taça Libertadores da América do ano que vem. Outro que já estava garantido é o Banfield, quinto colocado, que terá de disputar a fase pré-Libertadores. O Atlético Tucumán, que terminou a liga em 21º, entra nos grupos da Libertadores através da Copa Argentina, mesmo se o título ficar com o River Plate. 

Caso, Lanús, na atual Libertadores, e Independiente, na corrente Copa Sul-Americana, conquistem suas competições, eles também entram na Libertadores e podem classificar Rosario Central e Gimnásia y Esgrima La Plata para a Copa Sul-Americana.


Copa Sul-Americana

Os seis participantes da Copa Sul-Americana são as agremiações que terminaram a Superliga 2015/16 entre o sexto e o 11º lugares: Independiente, San Lorenzo, Lanús, Newell´s Old Boys, Defensa y Justicia e Colón. 







sexta-feira, 6 de outubro de 2017

A Libertadores Feminina vai começar!

Sportivo Limpeño é o atual campeão.


Doze times disputarão o título de campeão da Libertadores Feminina 2017. 

A Libertadores ocorrerá entre os dias 7 e 21 de outubro em Assunção, Paraguai. Avançam às semifinais as primeiras agremiações de cada chave e a melhor segunda colocada. Posteriormente, se classificam à grande decisão os dois times vencedores das semifinais.

As atletas representantes do Brasil na competição, Audax/Corinthians, estréia no próximo dia 9 de outubro, segunda-feira, às 21h15 (de Brasília). A partida será diante das atuais campeãs, Sportivo Luqueño, no estádio Adrián Jara, em Luque, no Paraguai.

As jogadoras brasileiras já levaram a competição em seis oportunidades: São José (2011, 2013 e 2014), Santos (2009 e 2010) e Ferroviária (2015).



Grupos da Libertadores

Grupo AGrupo BGrupo C
Deportivo Capiatá (PAR)Cerro Porteño (PAR)Sportivo Limpeño (PAR)
Estudiantes de Guárico (VEN)Colón (URU)Audax Corinthians (BRA)
River Plate (ARG)Colo-Colo (CHI)Independente Santa Fé (COL)
Unión Española (EQU)Universitario (PER)Club Deportivo ITA (BOL)

A competição

Competidores
São  12 times em disputa: o dono do título, o clube campeão de cada uma das dez associações da CONMEBOL e um adicional do país sede
Datas
7 a 21 de outubro
Estádios
Arsenio Erico, em Assunção
La Arboleda,  em Assunção 
General Adrián Jara, em Luque
Fase de grupo
As 12 equipes foram divididas em três grupos de quatro equipes
Fase final
Classificarão quatro equipes: as três primeiras de cada grupo e a segunda melhor dos três grupos.
Os times vão jogar as semifinais e os vencedores passarão para a final



fonte:
http://www.superesportes.com.br

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Panorama Libertadores 2017 - parte três


Agora chegou a vez da Paraguai, Peru e Venezuela. Colocamos na ponta do lápis quem são os times de cada país que possuem as melhores campanhas e mais títulos da Libertadores 2017.





 Paraguai



17830.png

Libertad ficou em 3º lugar em 2006.


ClubGuarani.png


Guaraní foi semifinalista na Libertadores de 2015.


ClubOlimpia.png

Olimpia é tri campeão: 1979, 1990 e 2002.


CDCapiata.png


Deportivo Capiatá participou pela primeira vez da Libertadores em 2017.







 Peru



Escudo del Club Sporting Cristal.svg



Sporting Cristal foi vice-campeão em 1997.

Melgar.pngMelgar participou duas vezes da Libertadores.

Escudo del Club Universitario de Deportes.svgUniversitario foi vice-campeão em 1972.

CCDMunicipal.png


Deportivo Municipal tem duas participações na Libertadores: 1982 e 2017.








 Venezuela



Zamora FC de Venezuela.pngSegunda participação do Zamora na Libertadores.

ZuliaFC.png Zulia participa pela primeira vez da Libertadores.

Carabobo-F.C..pngCarabobo participa pela primeira vez da Libertadores.

Deportivo-Táchira-Fútbol-Club.png O Deportivo Táchira já participou 21 vezes da Copa Libertadores da América, porém nunca venceu a competição. Sua melhor participação foi em 2004, quanto chegou até as quartas de final.